A Associação dos Deficientes das Forças Armadas vai hoje pedir ao Governo que anule a obrigação de os deficientes militares que são funcionários públicos optarem entre vencimento e pensão de guerra e admitem recorrer aos tribunais.

 

A reunião com o Ministério da Defesa vai decorrer a partir das 11:30, e visa pedir a suspensão da decisão que, segundo o presidente da associação, José Arruda, é «abusiva e intimidatória».

 

Segundo o Diário de Notícias de hoje, a reivindicação surgiu na sequência de uma carta enviada pela Caixa Geral de Aposentações aos deficientes militares que são funcionários públicos para que escolhem entre receber a remuneração salarial ou a pensão, no âmbito do decreto-lei que aprovou medidas para reduzir as despesas como determinado pelo Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) até 2013.

 

 

In Portal NetMadeira

 

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